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FAQ - Revistas PDF Imprimir E-mail

O cálculo internacional do Fator de Impacto (FI) de uma revista é feito assim: Num dado ano (digamos 200x) conta-se o número de citações que aquela revista recebeu dela própria, de seus artigos publicados nos 2 anos anteriores [seja esse número (X)]. Desse número precisa ser abatido as auto-citações, aquelas que os próprios autores fazem de si próprios; e em seguida, conta-se o número de artigos publicados daquela revista nos 2 anos anteriores 200(x-1)+200(x-2), [seja esse outro número (Y)]. Agora, obtém-se o Fator de Impacto: FI=[(X)/(Y)].  Pronto!  Note-se então, que FI será sempre um valor não negativo, ou seja, igual ou superior a zero. Apesar desta simplicidade é a mais conhecida e famosa medida da cientologia.

O editor pode fazer isso de várias maneiras: preocupando-se com o foco da revista e, com isso, centralizando (ou escolhendo) apenas os manuscritos de assuntos semelhantes aos anteriores. Ou seja, a escolha dos ensaios seguintes sugere modos de relacionar os artigos já publicados ali, mas ainda não mencionados nas referências, aumentando com isso a visibilidade da revista. Mas ele também pode informar ao autor de que certos artigos ficaram omissos em suas referências, especialmente naquele Portal. Isso aumenta a visibilidade de outras revistas relacionadas de focos cruzados. O editor também precisa cuidar para que as citações estejam corretas para evitar omissão ou redundâncias. Assim, ele deverá averiguar se os títulos estão adequados, informativos, completos e se contém palavras ou diferenciações necessárias, suficientes ou não-necessárias. O mesmo deve ocorrer com as key-words ou os descritores. Ele também deverá cuidar para que os abstracts tenham clareza, precisão, objetividade, informação e atrativos, e, sobretudo sigam o padrão estabelecido no Portal. Quanto mais transparente for o abstract mais ele tenderá a atrair leitores. Por sua vez, quanto mais um artigo for lido, ele tende a ser recomendado e, assim, a ser citado. Quanto mais citado, mais ele atrai novos leitores, que por sua vez irão desejar produzir comentários, críticas, alternativas, restrições, generalizações, mais pesquisas, outros experimentos e novas caracterizações, entre outras possibilidades. Tudo isso pelos insights produzidos num dado artigo. Assim, o editor está sempre atento para que os artigos de sua revista contemplem tais características, atendam as várias expectativas e vislumbrem estas possibilidades. Desse modo, a sua atenção aliada à sua atuação irão interferir de modo essencial no fator de impacto de sua revista, ao longo do tempo.

Em realidade, o FI agrega em si uma série de distorções e, por isso, tem sido muito criticado: (a) os autores produzem por assunto e não por uma revista específica (ou um conjunto delas). A publicação ocorre segundo as preferências do autor, do editor ou dos reviewers; (b) um artigo que não cita a revista para a qual o autor desejaria ver seu artigo publicado já está previamente censurado, simplesmente por não reconhecer o que outros já fizeram ali. Assim, as citações tendem sempre a irem para uma mesma revista; (c) o FI não mede quanto um artigo é famoso no mundo científico, mas apenas as citações que recebe naquela revista e não em outras; (d) nada é dito das citações que recebe em livros; (d) nada é incluído nos artigos que são traduzidos para outros idiomas; (e) nada é mencionado de artigos que se tornaram clássicos na literatura por alguma razão; (f) um artigo que receba milhares de citações em revistas distintas daquela em que o artigo foi publicado, continua no obscurantismo, nas trevas absolutas porque não foi contemplado por esta forma de cálculo; e  (h) no caso de digamos 2 artigos receberem muito mais citações do que outros, acabam por criar uma máscara sobre artigos relativamente menos importantes, simplesmente porque aqueles 2 artigos sobrepujaram ou ofuscaram todos os outros. -- Por isso, FI é um cálculo atual, muito utilizado, mas padece desses vieses.

A produção da ciência tem seus méritos próprios os quais são sempre dissolvidos entre o autor, o editor e os reviewers. A revista em si é o veículo, o meio da publicação científica que junta estes 3 ingredientes essenciais para produção de elevada qualidade. Uma revista de maior FI significa que há mais tempo ela vem combinando estes ingredientes na sua receita. Não significa, de nenhum modo, que a publicação de outras revistas sejam desprezíveis, não possuam valor, não tenham importância, sejam destituídas de utilidade, não tenham base científica ou sejam de revistas de segunda classe, ou imerecidas de serem citadas. A publicação numa revista de FI elevado significa que os artigos serão visualizados mais facilmente por aqueles cientistas (estudiosos, pesquisadores, interessados ou alunos) que por razões pessoais, institucionais ou outras, preferem aquele conjunto de revistas. Naturalmente, muitos cientistas de produção científica equiparável tentam ter seus artigos publicados neste grupo de revistas. E, há várias razões para que a publicação nestas revistas seja mais competitivas: maior visibilidade, maiores chances de receberem citações, desejo de que seus argumentos, teorias, propostas e críticas sejam consideradas no cerne do debate, aumentarem as chances de poderem trabalhar em (ou com tais) grupos herméticos, entre outros itens. Mas, há também interesses como premiações candidatura a prêmio Nobel entre outros ocultos.

De muitas maneiras: (1) oferecendo revistas de alto padrão comparáveis às mais famosas ou as de maior Fator de Impacto; (2) buscando indexar suas revistas no maior número de bases de dados; (3) divulgando o site do Portal pela Internet em comunidades específicas; (4) criando parcerias com entidades no exterior para a realização de eventos em centros de convenção; (5) anunciando o Portal e as revistas em feiras internacionais (de ciência, de tecnologia, de saúde, de educação, de meio-ambiente e de livros, entre outras); (6) criando números especiais de revistas em que os artigos de certos tópicos são selecionados e enfatizados; (7) criando pontuações e rankings de artigos, de autores, de editores, de reviewers e de revistas; (8) buscando algum tipo de ênfase alcançada pelo artigo ou autor na área, no ano, na revista ou no idioma.

Em volta do mundo há cerca de mil bases de dados localizadas fisicamente em diferentes países (apenas os mais avançados). Cada uma delas tem suas lideranças e domínios acadêmicos, estatais ou de propriedade particular. Uma base de dados é o lugar teórico composto por centenas de cientistas que se uniram previamente para determinar quais as regras do jogo para aquela comunidade, disciplina, tópico, idioma, região e área do saber. Desse modo, cada uma destas bases de dados, estabelece as condições necessárias (mas nem sempre suficientes) para que qualquer revista, seja ou não, considerada adequada dentro daquele padrão.

Uma revista de uma certa área -- que queira galgar respeito, fama, hierarquia, destaque e tornar-se reconhecida no ramo – submete-se a uma avaliação criteriosa por este grupo de cientistas. Assim, cada revista que se candidata a ser merecedora de ser listada entre as revistas ditas padrões, envia durante algo como 36 meses os seus fascículos para um meticuloso exame. Então, um comitê específico de doutores, vários em informática, em gerenciamento de informação e outros alguns em biblioteconomia examinam todos os artigos publicados nos últimos 36 meses. Eles avaliam a qualidade dos artigos, o padrão de critérios que estabeleceram, o corpo editorial, a estrutura dos artigos, os abstracts, datas, insituções dos autores, pés de páginas, regras para os manuscritos, direitos dos autores, política de publicação, as referencias, a abrangência dos artigos, a regularidade da publicação, os códigos ISSN, CDU, CDD, CLC, o tamanho dos fascículos, ..., e, assim, informam se podem ou não indexar a revista naquela Base de Dados. Para conhecer algumas bases de dados veja-se o site: www.aprendacomprazer.net que contem centenas delas.

A indexação numa base de dados não tem qualquer influência, hierarquia ou ranking sobre outra base de dados. As revistas mais famosas, em que os cientistas enchem os olhos para terem seus artigos publicados nelas, são incluídas em algumas poucas bases de dados. Quanto mais indexada for uma revista: (a) mais ela se torna visível entre os cientistas; (b) mais ela se torna competitiva; (c) mais ela é lida, citada e referenciada. Trata-se pois de um círculo virtuoso. Quando ela não é indexada o círculo é vicioso: não tem qualidade, não é lida, não tem regularidade, não possui padrão, os artigos são misturados, os conteúdos são dispersos e assim por diante.

Não! Infelizmente não. Não há um consenso generalizado, seja entre as áreas, seja entre os países, seja entre os interesses dos sponsors das revistas, seja entre as gerações de cientitas, seja entre sistemas de informações seja entre linguagens e protocolos, entre outros. Por um lado, desse modo, tal discrepância cria um problema muito sério porque faz com que uma revista possa ser indexada numa base de dados ABC, mas, apesar de seu esforço não consegue ser indexada numa base de dados XYZ. Esta é uma das razões, talvez a principal, de porque uma revista não está indexada em várias outras bases de dados da área. Por outro lado, o Portal Latin Science procura atender a diversas bases de dados de modo simultâneo, oferecendo para cada revista os dados todos que cada uma das bases de dados precisa. Assim, as revistas do Portal tendem a ser indexadas em mais bases de dados do que o normal.

Sim, claro! Se ela deixa de ter obedecer os padrões, ela perde a condição de estar no meio das que são ditas importantes, conhecidas e citadas. E, para que ela volte novamente a conquistar uma indexação naquela base de dados, ela precisará, nada menos que 36 meses novamente, de árduo trabalho, seguindo todo o trâmite de novo. Não há outro caminho. Uma base de dados pode desindexar simplesmente se o editor deixa de enviar uma cópia do fascículo na época de sua publicação prevista. Isso é o suficiente para demonstrar irregularidade ou ausência de sistematicidade. Isso demonstra que a produção científica é altamente seletiva e elitista. Seleciona apenas o que interessa através de critérios, e elege apenas os itens que achar importante ou que tiverem preenchido aqueles requisitos impostos. Aos que amam este rigor, sentem-se recompensados, no altar da louvação, e, aos que temem, sentem-se amedrontados, nas mamorras da agonia.

Sim! Mantendo o padrão de modo ininterrupto. Por um lado, numa revista isolada ou institucional isso deverá ocorrer evitando-se o conflito de visões entre um editor e o seu sucessor. Ora, institucionalmente isso é muito delicado e burocrático, pois esta lide mexe com o brio das pessoas, com aquilo que lhe é mais sensível em seus sentimentos e desejos. Logo, há uma chance elevada do padrão ser alterado e, assim, a revista ser desindexada em mais de uma base de dados. Por outro lado, o Portal Latin Science pode auxiliar tais instituições de uma maneira segura e definitiva tornando profissional toda esta atividade da revista. Ou seja, cuidando destes padrões ininterruptamente e, atualizando-se com distintas bases de dados, conquistando novas indexações. Para tanto, basta que a revista esteja hospedada no Portal de forma regular. Foi para pensando em todas estas dificuldades que o Portal foi idealizado. Transferir esta atividade profissional para uma equipe especializada, deixando livre a instituição para que ela cuide de seu próprio progresso!

 

Última atualização em Sáb, 06 de Fevereiro de 2010 10:40
 

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