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Em princípio sim. Contudo, este é um acordo privado que o proprietário da revista (owner) terá de fazer com o seu próprio patrocinador (sponsor) em que ele completará o restante. O Portal precisará receber o valor estabelecido para que tenha meios de cumprir com suas despesas e investimentos e poder ter condições de fazer o que promete. Desse modo, o poder de barganha perante o sponsor terá de ser do owner, não do Portal.


Sim, claro! É extremamente importante e estimulador para a entidade proprietária de uma revista (owner) que o patrocínio dure algo como 36 meses, tempo mínimo para que uma revista seja indexada e se torne estabilizada na produção científica. A partir de então, ciente das conquistas alcançadas pela revista, e estando a revista neste Portal, o owner fará o esforço necessário (leia-se apenas um pequeno investimento anual) para manter a revista em tais condições.


Uma vez que a revista já existe na própria instituição e já possui um patrocínio, o seu owner poderá ser comunicado do interesse do seu sponsor em continuar o seu patrocínio com a revista hospedada no Portal Latin Science. A união dos 3 (sponsor, owner e Portal) é que tornará este desejo uma realidade.


Sim! O Portal tem interesse na expansão de revistas, mas de nenhuma maneira na exploração dos seus patrocinadores ou dos seus colaboradores. Por isso, um acordo de cavalheiros poderá ser feito a fim de acolher tais demandas e satisfazer aos 4 lados: sponsor, owner, autores e Portal. -- O sponsor pode entrar em contato com o Portal ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )


Na realidade alguém precisa pagar pelos custos. Isso pode ocorrer de diversas maneiras. Há casos em que o próprio owner patrocina a sua própria revista financiando inicialmente, digamos 5 anos e, depois, ele busca um patrocinador para os anos subseqüentes. O owner pode também vender espaços na revista para outras entidades (indústrias de equipamentos, fertilizantes ou laboratórios de medicamentos, por exemplo). Uma revista Y pode também vender os espaço para outras revistas vinculadas X1, X2, ... Xk, em que ao pagarem pelo espaço utilizado estão de fato pagando por toda edição da revista Y. De outro modo, o owner pode oferecer espaços para que uma dada entidade publique algum relatório seu como artigo e, então, tal contribuição financeira estará pagando todos os custos de impressão da revista. Alguns owners por exemplo, usam números especiais da revista com artigos certos para serem incluídos ou usados em cursos, e, ao serem vendidos, obtém parte do investimento feito. Outros owners preferem a venda antecipada e, assim, esforçam-se para aumentar a subscrição de assinaturas da revista a fim de poder custear a materialização da revista. Alguns owners como que sujeitam certas decisões de compras de valor expressivo a certos fornecedores para que eles paguem todos os custos de uma edição de sua revista. Algumas entidades, podem estar em anos comemorativos, e decidem mostrar interesses (reais ou momentâneos) sobre os destinos da ciência e, assim, patrocinarem edições sofisticadas da revista, desde que o número seja dedicado a ela, ou aos seus produtos. Outras usam isso como evasão fiscal. O ato de abater impostos devidos pode também ser uma alternativa para alguns. Enfim, estas são apenas algumas das combinações. A criatividade e o esforço precisam andar juntos. Mas, note-se o ponto chave, quaisquer destes esforços eles são sempre dividido por 4 ou 5 se a revista vier a ser hospedada no Portal Latin Science! Isso por causa do efeito escala do Portal.


Necessariamente não! Contudo, há muitas entidades interessadas no progresso da ciência e no financiamento da pesquisa, seja em aspectos particulares, seja em aspectos mais amplos. Alguns destes sponsors são governamentais e dizem como querem participar deste jogo para evitar preferência ou favoritismo público. Outras entidades são privadas e/ou internacionais e estão particularmente ávidas nalguns resultados para serem usados em suas linhas de produção. Sendo entidades privadas multinacionais até sugerem que tais resultados não sejam publicados, publicados apenas parcialmente ou até mascarados para evitar a concorrência, como é o caso de segmentos da indústria farmacêutica. Mas há também, vários destes sponsors que apenas financiam uma revista sem qualquer conhecimento sobre o que é que ela publica, ou que critérios ela utiliza para a inserção de seus ensaios.


Depende do caso, normalmente não. Mas, sempre que houver interesses nos resultados pode-se levantar alguma hipótese (muitas vezes negada outras vezes sem qualquer condição de ser comprovada). O sponsor pode estar interessado na mudança de foco da revista e, assim, passar a selecionar manuscritos que favoreçam seus interesses, expectativas ou imagem. Outras vezes, querem facilitar ou dificultar a saída de manuscritos sugerindo mudança da periodicidade, da quantidade de páginas ou número de artigos por fascículo e, algo do gênero. Contudo, muito mais importante e oculto a tudo isso foi a mudança de critérios para a seleção dos manuscritos. Isso nunca é revelado, isso nunca se conhecerá abertamente.


Sob nenhuma hipótese o Portal compartilhará de tais “favores de mercado”, “interesses não revelados” ou “mudanças momentâneas de estratégias”. O Portal já tem seus quase 40 critérios e itens critérios com distintos pesos para avaliar rigorosa e objetivamente cada manuscrito. Aqueles manuscritos que passarem por tais critérios não mereciam quaisquer reprimendas; e, os que não passarem, estarão em fase de ajustamento para o modelo científico, portanto, o viés de uma entidade, de uma revista, ou de um editor praticamente inexiste. O autor quando submete seu manuscrito ele não sabe qual será o editor e quais reviewers irão de fato trabalhar o seu manuscrito; portanto tudo funciona no sentido do “duplo cego”, o autor, e, por sua vez, os editores e os reviewers.

Normalmente esta não é a regra, mas o owner poderá fazer algum acordo entre diferentes sponsors  e eles concordarem. Tal situação embora rara não é impraticável. Muitas vezes, o owner deseja promover algum patrocinador e, assim, oferece a ele a condição de ser patrocinador parcial, e, em geral ele aceita porque não vê porque rejeitar tal dádiva!

Em geral vários, mas depende muito do ramo de atividade do sponsor. Se o sponsor for o Estado estará promovendo a ciência, a cultura, a pesquisa, a extensão e a difusão. Se o sponsor for uma entidade não-governamental ela estará demonstrando para os seus stakeholders em que está investindo seus recursos, o impacto que eles estão tendo, que premiações estão sendo geradas, que ascensão está sendo promovida com os recursos que ela capta. Se o sponsor for uma entidade privada de grande porte, ela estará tambem mostrando a sua preocupação com a ética, com a justiça, com o meio ambiente, com a pobreza, com a humanização e assim por diante., não importa pois a origem do recurso se abatimento fiscal ou dispêndio em cash. Se o sponsor for uma entidade privada regional ela estará mostrando que pode ultrapassar barreiras, que está fazendo a sua parte, que a sua contribuição é bem dirigida e por isso, válida, verdadeira e financiadora de projetos locais.  Ela pode estar contribuindo para uma menor diferença ao longo do tempo entre os que têm e os que não têm, os que podem e os que não podem. Isso é fundamental. Portanto, o patrocínio em si depende e muito do olhar, do interesse, do que se visualiza ou se vislumbra que ele pode gerar.

Se indagado a cada sponsor, cada um deles terá um conjunto de razões que o faz decidir assim. Normalmente o patrocínio é espontâneo, algo que emerge da direção, da visão estratégica da entidade. Ela percebe que pode ajudar, que tem recursos para disponibilizar e que está disposta a fazer isso. Trata-se pois de uma doação, de um investimento voluntário emergido de um desejo fraterno, de colocar-se na posição do outro, de enxergar no outro que sua maior dificuldade pode ser  completamente sanada com uma parte da sobra que ele possui. Um sponsor pode não estar necessariamente pensando em nada disso, ser apenas um capricho de sua diretoria a oferecer recursos imediatos às entidades que pleitearem tais projetos. Tais diretores sentem-se como que gratos por bolsas de estudos, financiamentos ou grants que receberam quando estudantes ou quando precisaram. Finalmente, um sponsor pode ser uma entidade que foi tocada pelo projeto que surgiu em sua mesa. Ele percebe que sua ajuda é pequena, não lhe fará falta, mas que irá produzir um grande resultado social, cultural e sobretudo científico, às comunidades que se dedicam à resolver os problemas tão intrincados e complexos da área científica.

Há várias maneiras para isso, eis algumas. O owner pode convidar sponsors potenciais a conhecer mais de perto o seu trabalho social, científico e de pesquisa. Pode convida-los a participar e informar como eles irão se beneficiar, e mais, como outros irão se beneficiar se eles não o fizerem. Um jantar fraternal entre owners e fornecedores com um valor simbólico cobrando 3 vezes poderá ser uma grande saída. Uma vez será o custo incluindo organizadores, uma segunda vez compreenderá o ano em curso, e uma terceira vez o ano vindouro! Assim, o jantar para 250 pessoas cada contribuindo com uma taxa simbólica de 4 vezes, ter-se-á ganho algo como 750 jantares. Para seduzir poderá ser incluído no custo do ingresso alguns sorteios (tv, moto, home theater, viagens) cujo custo de tais prêmios poderá ser zero, se houver ai outros patrocinadores e envolvidos. Uma alternativa é formalizar um pequeno encontro da área do owner, com apresentações de 4 cientistas, sendo 4 outros debatedores num único dia num resort. Assim, todos ganham, cientistas, owner, sponsors, participantes e tantos outros. Enfim, um curso interessante num final de semana poderá gerar completamente o recurso necessário a patrocinar uma revista. Tudo depende do interesse, da decisão de querer fazer acontecer. Dito isso, agora só depende do owner e dos sponsors, cuja iniciativa pode ser ao revés, iniciada por eles.

Última atualização em Dom, 28 de Fevereiro de 2010 13:04
 

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