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FAQ - Autor PDF Imprimir E-mail

O processo é relativamente simples, sendo tudo automatizado e on-line: (a) entrar fazendo um cadastro do autor (e co-autores se houver); (b) obter daí um LOGIN e uma SENHA para futuros acessos no sistema, inclusive o tracking; (c) escolher entre 3 e 5 tópicos de áreas em que o seu artigo esteja diretamente envolvido; (d) selecionar entre 5 e 8 palavras chaves (em inglês) para o artigo ser facilmente encontrado; (e) colocar nos lugares que se pede o abstract traduzido para os 4 idiomas: Português, Inglês, Francês e Espanhol; (f) escolher entre 0 e 5 revistas de sua preferência em que gostaria de ver o artigo publicado; (g) pagar uma taxa de análise pelo VISA; (h) se o artigo não contiver equações anexar uma cópia do artigo em Word com extensão DOC e pronto; ou neste último passo se o artigo contiver equações (da matemática, da física, da química, da música, da astronomia, ...) então (i) inserir os arquivos com a extensão em DOC, em DVI e o PDF correspondente à versão final.


A partir de seu LOGIN e SENHA obtidos no Cadastro do Autor, você poderá fazer todo o tracking de seu manuscrito a qualquer instante. Mas note que, o tracking só se abre ao autor após o pagamento da taxa de análise. O editor só saberá se existe algum manuscrito submetido no momento que é feito o pagamento pelo VISA, nunca antes. Nenhum editor sabe quais, quantos ou que autor submeteu o que até que a taxa de análise tenha sido paga. Não existe outra condição. Desse modo, após o pagamento, o autor vai sendo informado onde está o manuscrito e o que está sendo feito com ele, por quem e quando. É o editor de uma das revistas que irá contactar o autor. Digamos que na escolha das revistas nem a primeira e nem a segunda revista tenham aceito o artigo por alguma razão, apenas a terceira aceitou. Logo, é o editor da terceira revista que entrará em contato com o autor. O contato só ocorrerá depois que os 3 reviewers tiverem analisado o manuscrito. O contato do autor é apenas com o Editor. Qualquer contato só deve ser mantido no período da interação. A melhor forma é o CHAT ON-LINE. O que cada autor precisará fazer para ter o seu artigo publicado é fazer as alterações (ou correções) conforme solicitado. O editor dirá se está ou não em nível satisfatório e poderá retornar ao autor quantas vezes for necessário dentro do prazo de 3 semanas, até que todas as alterações requeridas pelos reviewers tenham sido feitas satisfatoriamente. Se por acaso o autor ultrapassar o prazo de suas alterações ele precisará contribuir com mais uma nova taxa de análise uma vez que o manuscrito será re-submetido a outros 3 reviewers.

Sim! Claro que o autor pode escolher. Em realidade no Portal Latin Science cada o autor pode escolher para cada um de seus manuscritos entre 1 e 5 revistas em ordem de preferência. Contudo, apesar disso, o autor pode não ter observado atentamente o foco ou a ênfase da revista, a sua audência e, na realidade, o seu manuscrito não se encaixar adequadamente em nenhuma das revistas selecionadas. Logo, uma sexta revista do Portal será escolhida por um editor que avisará ao Autor desta transferência. Ou seja, seu artigo continua dentro do espectro de revistas da área de interesse que poderá até, ter ou não, um Fator de Impacto maior, ou menor, dentre as escolhidas pelo autor. Do ponto de vista do Portal isso significa qualidade, do ponto de vista do autor isso pode soar como um rigor excessivo. Ambas as percepções e sentimentos são verdadeiras. E, naturalmente o leitor agradece, lê, cita e adquire. Note-se pois, que o que é importante é a contribuição do autor à ciência, e a sua reflexão, crítica, proposta ou achado, não importa pois o meio que ele utilize para fazer suas idéias conhecidas. Veja também que a busca do usuário ou internauta é por palavra e o que ele pretende encontrar são artigos relacionados ao interesse dele. Assim, de fato, não importa em que revista o artigo tenha saído, mas o usuário irá sempre encontrar o que procurava em sua busca. Desse modo, saem felizes: o autor, o usuário, o editor e o dono da revista!


Naturalmente que sim. Porém, há uma questão submersa nesta estória. Exemplo: e no caso de algum capricho pessoal em que o autor insista em retornar o seu manuscrito limitando-se apenas às revistas que ele havia escolhido? Nesta situação, ele poderá reescrever seu artigo e re-submeter, o qual será re-analisado e, se estiver adequado, poderá então ser publicado numa daquelas revistas selecionadas. Assim, cada revista recebe a contribuição adequada, e cada artigo terá um local específico para adornar a ciência. Imagine uma situação de uma fôrma que só cabe elementos redondos ou ovalados, um quadrado não será posto junto até que ele tenha as suas arestas arredondadas. Esse é o princípio, o espírito implícito no foco.


Há um local específico na submissão do manuscrito aqui no Portal em que os critérios são mostrados. Cada autor precisa buscar enquadrar o seu ensaio dentro daquele padrão, o máximo que ele conseguir, para então submeter o manuscrito. No Portal Latin Science os critérios de análise dos manuscritos são tão severos ou rigorosos quanto os de qualquer outra revista científica do mundo. Pelo menos 3 reviewers lêem o manuscrito, identificam problemas, sugerem alterações, e dão notas. A partir das notas obtidas multiplicadas pelos pesos é que o artigo recebe uma nota final. Os manuscritos que não alcançaram uma média geral de 4,0 são solicitados aos seus autores que o reescrevam completamente. Notas entre 4,0 e 7,0 são os mais comuns de necessitarem de reparos pequenos e médios. Neste caso, o editor interage com ele a fim de que as alterações sejam feitas. Os manuscritos que alcançam uma nota entre 7,0 e 9,0 significa que precisarão apenas de pequenos reparos. Novamente, é o editor que ira interagir com o autor para torná-lo o melhor possível. E, os manuscritos que alcançarem de pronto uma nota superior a 9,0 poderão ir diretamente para a publicação. O editor de cada revista e o editor de qualidade são os que julgam se as alterações podem ser desprezadas por serem mínimas. Enfim, são os editores quem gerenciam tudo isso.

Um conjunto de revistas, para ser publicado, organizado e estar disponível na Internet requer vários profissionais e uma estrutura extremamente complexa funcionando tudo perfeitamente. No caso desta atividade intelectual e acadêmica cada manuscrito passa por pelo menos 5 a 9 PhD (ou seja doutores que são os reviewers (3 a 7), o editor e um supervisor e editor de qualidade). Estas pessoas estão deixando de fazer outras atividades remuneradas para fazer tudo isso para você. Um profissional da saúde cobra pela sua consulta porque você utiliza dele o seu tempo, conhecimento, dedicação, reflexão, perícia, material, equipamento, secretária, ambiente. De modo semelhante o seu manuscrito requererá a mesma coisa de pelo menos 4 a 8 PhD diretamente envolvidos com o seu manuscrito até que uma decisão seja alcançada. Por trás da tela que você acessa, o Portal possui uma enorme estrutura de equipamentos, sistemas, controles e organização para que tudo funcione a contento. São vários departamentos na gestão de todo este conhecimento -- hospedagem de banco de dados, manutenção, overhead, impressão gráfica, correios, energia, publicidade, impostos, salários, encargos sociais, aluguéis, leasings, juros, tradutores, analistas, programadores, designers, pessoal de apoio, ... -- que custam muitos recursos e que envolveram vários investimentos. Para ser um empreendimento de sucesso, o capital e as pessoas envolvidas precisam ser remuneradas adequadamente. Este Portal não recebe nenhum subsídio do governo ou trabalha apenas pela filantropia. Ele enfrenta muitos riscos e trabalha com muitas incertezas. Esta é a razão de porque uma pequena contribuição financeira seja compartilhada por entre os manuscritos em 2 momentos: uma no ato da análise do manuscrito, e, outra, quando o manuscrito é aceito conforme a quantidade de páginas utilizadas da revista.


Sim! Para o autor esta é a melhor parte. Estes 4 grupos de pessoas trabalham para e pela qualidade. É dessa qualidade que é gerada a venda e contagem dos artigos (citados, baixados, adquiridos). Cada manuscrito produzirá para seus autores, por cópia de artigo vendido o total equivalente a R$1,80, pagos sempre em Abril do ano subseqüente, toda a venda do ano anterior.

Normalmente as revistas não aceitam esta situação, elas presumem que o manuscrito seja inédito e o autor precisa declarar isso. Mas, se o artigo já foi publicado ela, normalmente, não aceita. O Portal Latin Science quer apenas saber se o seu manuscrito é ou não inédito e se já saiu em um outro lugar informar com clareza nome da revista, volume, número, páginas, mês e ano. Isso é importante para o leitor que não fala o segundo idioma possa saber todos os detalhes, há quanto tempo o artigo já estava exposto e, assim, por diante. Em síntese pode sim. O Portal entende que a tradução é muito importante porque nenhum cientista lê todos os idiomas em que se tem publicação científica. Imagine uma situação relativamente comum 4 artigos importantes são publicados em 4 idiomas distintos russo, japonês, polonês e esperanto. Como, por exemplo um pesquisador brasileiro irá conhecer o seu conteúdo? Eis a razão de porque neste Portal há algumas revistas apenas de tradução de um idioma para outro. Assim, julgando importante, interessante, útil e adequado o editor da revista enviada poderá decidir pela publicação sim. Está claro que a publicação é em outra revista uma vez que cada revista do Portal Latin Science só publica artigos num único idioma. Mas, é conveniente estar atento porque haverá sempre abstracts nos 4 idiomas.



Seguindo o modelo próprio que está postado aqui neste Portal em lugar próprio.

Algumas pessoas preferem começar pelo brainstorming, e isso é bem mais comum nas ciências sociais. Outras preferem debruçar-se sobre uma hipótese, restrição ou condição imposta por algum modelo quantitativo da física mecânica, da dinâmica celestial, da física quântica, dentre outras. A pergunta chave para se começar a escrever é: “o que eu pretendo fazer?”, ou de uma outra maneira: “o que é que me preocupa?” Se o pesquisador não consegue responder a esta questão, ele não vai adiante com nada de qualidade. Sua mente vagueia entre várias possibilidades e, então, ele logo perde o foco, simplesmente porque tal foco deixou de existir no ponto de partida. Ao saber o que o preocupa o sujeito precisa idealizar maneiras de identificar um ou mais problemas inter-relacionados. Quando ele consegue fazer isso, então ele precisa estabelecer o que quer fazer com isso (seus objetivos). Precisa imaginar as razões desta sua pesquisa existir (justificativa). Necessita saber em que este seu pensamento, raciocínio ou lógica está baseado (pressupostos). Ele precisa pensar como levará seu trabalho adiante (questões norteadoras). Em seguida saber o que será válido em toda a sua pesquisa (hipóteses de trabalho). Ele precisa também conhecer e demonstrar o que os outros pesquisadores já disseram sobre o ele está pensando em fazer (revisão da literatura). Há de identificar uma maneira de verificar o que pensou ser ou verificar uma realidade (método). Precisa tomar uma parte da realidade para experimentação (amostra). Precisa medir, controlar e comentar as dificuldades, limitações e achados (discussão). E, finalmente, precisa mostrar ao leitor o que conseguiu trazer de novo, de válido, de diferente, de importante (conclusão). E, com humildade, apresentar ao leitor novas sugestões que ele pensou mas não teve como testar ou verificar (recomendações). Voi lá, eis ai um esquema sintético do que é um artigo científico!


Em todo lugar! Desde a concepção da idéia, na escrituração do texto, no desenvolvimento das etapas, na forma de apresentar, enquadrar ou classificar itens. No modo como apresenta resultados, na criação de gráficos que demonstrem algo que não se conseguia ver antes, ou em que a idéia era borrada, na proposta de novos modelos, na inversão (inovação ou criação) de conceitos, no jogo de palavras, enfim num imenso elenco de possibilidades.


Certamente porque você não conseguiu ser sutil. Não conseguiu separar o conteúdo mesmo daquilo que você pensa. Desse modo, sempre que fica evidente, explicito ou aparente a revista irá solicitar ao autor que reduza tal característica ao mínimo aceitável. A opinião pode ser percebida (inserida ou disfarçada) de muitas maneiras. Exemplo: um manuscrito diz “na minha opinião o governo está errado em fazer isso!” Claro que a revista não permitirá esse tipo de viés. Mas, veja a mesma situação de outra maneira: “o governo ao fazer isso, está deixando de fazer o seguinte (...)”. Logo, o autor soube contornar a dificuldade. Continuou a emitir sua opinião mas de forma sutil, sem que fosse percebido, apresentando argumentos e não o seu sentimento, emoção, ideologia ou valores.

Pode! Mas é bom enfatizar que uma monografia não é um artigo e nem vice-versa. Um artigo traz apenas uma síntese, é preciso pois saber apanhar na monografia apenas o essencial, aquilo que um leitor precisará para ter uma idéia completa e coerente de todo o conteúdo não exposto ou não trazido para o artigo. O tamanho do artigo será dimensionado segundo outros critérios como padrão da revista, seções, tópicos abordados (se forem vários tópicos, aconselha-se a subdividi-los em artigos menores) entre outros itens.

Antes de mais nada é preciso pensar sobre o que você pretende escrever. Nenhum cientista começa a escrever sem ter em mente um problema. Portanto, selecione um problema para análise, reflexão, mudança, solução, inovação, ou o que for. Em seguida você precisa saber se o que pretende fazer é ou não: importante, útil, interessante e aplicável. Se não o for transforme a sua resposta de tal sorte que a sua resposta contenha estas características. Pense nos objetivos: porque você quer escrever sobre isso. Em seguida, nas questões norteadoras, ou como você pretende resolver o problema. O passo seguinte é você determinar como vai chegar lá. Sabendo disso, você já sente as limitações e por isso, precisa escolher a maneira ou o método de chegar lá. Com isso em mente visualize a discussão que precisará fazer em torno do problema, das dificuldades, das respostas obtidas e da seleção delas. Pronto, agora identifique a direção das conclusões e inferências que pretende obter. Pronto, você tem ai um roteiro bem simples para o seu ensaio!


Um abstract deve dar ao leitor uma idéia panorâmica e exata do objeto estudado, sem que ele tenha de fato lido o artigo, convivido com o autor ou saiba de suas intenções, preparos ou talentos. O que está em jogo não é o sujeito mas o que ele produziu. Por isso, o abstract deve apresentar a seguinte estrutura em texto corrido: (1) o problema estudado; (2) os objetivos; (3) as hipóteses que o trabalho pretendeu averiguar; (4) o método utilizado; (5) a amostra usada (tamanho, seleção, modo de obtenção e representatividade); (6) o resultado da discussão; (7) as conclusões do ensaio (confirmado ou não e/ou sob que condições); e se for o caso, (8) validade e outras inferências obtidas ou especuladas ou até recomendações. -- Tudo isso deve ser feito de modo claro, direto, preciso, sintético com frases curtas e muito bem ordenadas. Considere que um o leitor do abstract buscará ou não o ensaio para leitura e citação se ele apresentar toda esta seqüência de modo sedutor, correto, verdadeiro e comparável a outros. Aqui, não se usa citações, adjetivos ou sentimentos. Quando finalizado num único parágrafo o abstract deve ter entre 80 e 150 palavras no máximo. Se está muito curto precisa de mais informações, se está demasiado longo precisa ser podado nas redundâncias. O autor deve estar atento para usar no texto do abstract as palavras chaves que imagina que alguém buscaria para encontrar um ensaio como o dele. Assim, deve escrever e aprimorá-lo o mais que puder evitando repetições ou flancos de ausências ou falta de respostas.


Antes de começar pense para quem você pretende escrever, o que você sabe que ele já sabe do que você vai dizer, o que você pretende apresentar de novidade e como pretende tornar esta novidade em algo atrativo. A audiência determina muito do conteúdo, as redundâncias, as explicações secundárias, o uso de termos próprios, a inclusão ou não de apêndices só para citar alguns itens.

O texto deve ser escrito no idioma que o autor domina, fala e escreve com fluência, normalmente o seu idioma pátrio (ou mother tongue). Uma vez escrito e revisto completamente, então, ele poderá traduzi-lo e, então, as alterações poderão ser feitas nesta versão posterior. Imagine alguém que não domina o idioma e pretende publicar um artigo naquele idioma! Ela teria transforma a elaboração de artigo numa agonia, num verdadeiro desespero. Assim, o conselhor é: quando o artigo está pronto, e o autor então percebe que aquele assunto é mais tratado num outro idioma, então ele providencia a tradução. Esse é o caminho mais sensato e prundente.


Quando começar a escrever você já vai anotando de modo completo todas as citações. Assim, quando finalizar o ensaio, não há mais o que fazer com as citações, todas elas já estão prontas e no lugar certo. De nenhuma maneira cite um trabalho incompleto, por exemplo, faltando parte do título (ou sub-titulo truncado), ano, volume, número, editora ou o que for. Ele certamente será retornado a você para acrescer estes dados faltantes. Isso gera trabalho desnecessário e atraso. Ademais, tantos os outros ensaios quanto o seu só serão citados se forem rigorosamente corretos. Conselho indiscutível: pelo menos nas referências seja perfecionista.


Isso depende do tema, do propósito, do financiamento, do tempo disponível, e da oportunidade, pelo menos. Quando um ensaio é produzido sozinho o autor tem a liberdade de fazer dele o que desejar: traduzir, publicar na revista X ou Y, reduzir, dobrar de tamanho, acrescentar ou tirar apêndice, transformar seções em um novo artigo, enfim, ele é livre. Mas, se o ensaio é escrito com mais colegas isso não é assim, sobretudo se não são colegas ou não convivem de modo fraterno. No caso de múltiplos autores de um mesmo ensaio um autor fica a mercê dos outros autores na iniciativa, na concordância, na revisão, na parte que precisa ser alterada e, assim por diante. Se um autor desaparece os outros ficam sem ter o que e como fazer com o ensaio de colaboração conjunta. Apesar disso, em muitas áreas das ciências da saúde e ciências da natureza, há uma absoluta necessidade de parceiros, uma das razões para isso, é porque as especialidades são complementares, outras vezes eles têm casuísticas comuns. E, enquanto um domina o método um outro o aparelho X1 que produzirá uma informação crucial, e, outro ainda domina um instrumento ou técnica H9, por exemplo, que é essencial para o ensaio. Eis a razão da complementaridade, mas também de porque a generalização não pode ser indiscriminada.

No Brasil, há muitas instituições que financiam pesquisas: CNPq, CAPES, FINEP, EMBRAPA, FAPESB, FAPEMIG, FAPESP entre outras.

A coroação da pós-graduação ocorre com a produção de uma monografia ou a publicação de um artigo científico publicado numa revista de destaque (leia-se: com corpo editorial, regular, indexada, que tenha sido calculado para ela o Fator de Impacto, entre outros itens). Agora os estudantes têm um aqui um conjunto de revistas e espaços para uso de suas inteligências, criatividades e preocupações. Embora o Portal Latin Science ofereça o maior apoio e incentivo aos estudantes a produzirem e enviarem seus ensaios para apreciação, nenhum ensaio será publicado sem qualidade, sem densidade, sem contribuição, sem seguir as regras da ciência. Por isso, embora o esforço seja necessário, os filtros certamente melhorarão e muito a qualidade do ensaio que vier. Ademais, é uma honra para o estudante ter artigos científicos publicados onde seus professores, também publicam. Isso vai ocorrer, não porque aqueles estudantes são favoritos, mas porque aprenderam a produzir dentro das especificações, das expectativas e do que está consensuado por entre os cientistas. Por isso, a questão: não sou doutor, posso enviar meu manuscrito mesmo assim? Claro! As revistas estão abertas para a publicação de manuscritos de qualidade, não importa quem os tenha produzido!


Enviando sua entrevista algo como 1000 e 5000 palavras, para a revista: Syntheses of Interviews with Scientists. A entrevista tem sempre um padrão definido e precisa ter um resumo em 4 idiomas (Português, Inglês, Espanhol e Francês). Para finalizar, se necessário, ela poderá conter a lista de obras mencionadas no texto. Para conhecer a estrutura da entrevista, por favor veja-se a revista. Em virtude de a entrevista ser uma fala do cientista ao colega ou ao público, não terá reviewers. É necessária uma fotografia do entrevistado de muito boa qualidade, em tamanho entre 9x15 cm. Outras fotos (de qualidade) poderão ser anexadas se necessário. Em tal caso o artigo enviado deve ser em Word com a extensão DOC, em formato A5, com espaçamento 1, e fonte Georgia corpo 10, com as fotos já nos lugares desejados.


Isso depende do contexto. Os ensaios mais curtos são muito mais preferidos pelos leitores do que os mais longos. Mas esta não é uma regra geral ou generalizável em todas as situações. Um artigo curto tem algo como algo como 2000 a 5000 palavras. Um artigo considerado longo tem mais de 15 mil palavras. Os artigos mais longos são preferidos quando mantêm a uniformidade, quando o autor consegue cativar o leitor dividindo bem as seções em tamanhos de 2 a 4 páginas. Um artigo não deve ser longo porque possui um longo apêndice. Ele deve ser longo se ele é monográfico, se há muitas nuanças a serem consideradas, se o autor quer entreter o leitor numa longa e harmônica leitura. Muitas vezes, artigos desta natureza são mais filosóficos, reflexivos, históricos ou descritivos. Por isso, envolvem muitos e longos pés de página. Enfim, é mais comum nas ciências sociais e ciências humanas.

Última atualização em Sáb, 06 de Fevereiro de 2010 11:46
 

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